quarta-feira, 1 de abril de 2009

Era uma vez...

...uma gatinha. Ela tinha uma mamãe e mais 3 irmãozinhos, porém essa família vivia na rua e a rua não é um lugar seguro para gatinhos pequenos...poucos dias depois de seu nascimento (cerca de 2 ou 3) sua mamãe morreu atropelada por um carro, e seus irmãozinhos ficaram sem saber pra onde ir, acabando cada indo para seu canto em busca de sua sobrevivência, essa gatinha por sua vez fez o mesmo e uma moça acabou encontrando ela, só que não tinha como leva-la para sua casa, já que la ela criava 5 cachorros. Decidiu então pegar uma caixa de sapatos, fazer vários furos, colocar a gatinha la dentro e deixa-la na porta de uma casa onde haviam crianças com um bilhetinho: "Cuidem bem de mim, sou apenas um gatinho." A mãe dessas crianças pegou a caixa e trouxe a gatinha para dentro do seu lar, suas crianças se apaixonaram pelo animalzinho, que era tão pequeninho, mal tinha aberto os olhos direito, e estava tão fraquinho e fragilizado que dava até medo pegar o bichinho na mão. Alimentaram-na com leite naquela noite, e no dia seguinte então decidiram procurar um veterinário que indicou para aquela familia uma receita de alimentos gordurosos, que iria ajudar aquele animal fragil que corria risco de vida a ganhar peso, gordura e crescer. A familia passou a alimentar a gatinha com a tal receita e introduziam o alimento à boca do animal com uma pequena seringa. Decidiram então chama-lá de Didi.
A gatinha foi crescendo, e a família adotou o animal e cuidou dela com todo o amor e carinho, até mesmo o pai daquela família que não gostava de gato se cativou com o animalzinho que foi deitar nas almofadas embaixo de seu altar e lá dormiu com uma delicadeza e expressão de conforto.
A gatinha sobreviveu a tudo, foi bem cuidada, e hoje é grande e forte, tem 5 anos e é gordinha que só ela, mas não perdeu a mania de mamar em qualquer um que a ela oferece seu colo, já que nunca foi desmamada por sua mãe.

Essa é a história da minha gatinha, que é essa coisa linda ai do lado, minha gordinha, minha fofinha, minha Dindinha.
Eu me impressiono como mesmo em momentos de fúria, tristesa, raiva ela consegue com um pulinho delicado no meu colo e seu apelo por um cafunézinho me arrancar um sorriso sempre, ela sempre consegue me fazer expor o melhor de mim. Eu amo minha gatinha!

Outro dia eu ponho a foto dos meus outros 2 cachorros que convivem harmoniosamente com a minha bebe e que também possuem essa capacidade mágica, que muitos seres humanos pouco conseguem ter.

Beijinhos a todos!

Nenhum comentário:

Postar um comentário