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Dos olhares: Hipnotizam-me, e, se vacilo, me perco em sua imensidão escura. Em poucos segundos parece que vai me descobrir tudo, pisco numa tentativa de interromper por uma fração de segundos a sua doce invasão, mas é inútil: não quero. É tão suave, tão...conquistador. Miraria por horas, aquele par de olhos castanhos, que são obras de artes, peças raras no acervo do mundo, são Da Vinci, emoldurados em seu rosto.
Dos abraços: Completam-me. Sinto-me protegida quando seus braços me envolvem no sentido mais singelo do carinho. Seu corpo junto do meu corpo numa união ingênua, mas intensa, pois nesse momento também se juntam os corações, que se conversam, sussurrando num tom que apenas eles escutam, lindas declarações.
Dos beijos: Tentam-me. Tem sabor de alegria, de paixão, de aventura e de desejo. Desejo este que vai até o infinito do querer, desde o primeiro momento, e que quando lá chegou, resolveu por ali ficar um pouco, e agora não sabe mais voltar.
Dos carinhos: Arrepiam-me. É uma química que não se explica por reações: O mais simples toque afaga toda a minha alma e me afoga em alegria. Todas as vezes e de todas as formas.
De tudo, dê tudo, que eu sou apaixonada por tudo.