sexta-feira, 24 de julho de 2009

É o começo do fim.

Depois de quase 2 anos a casa finalmente respira.
A inspiração é de sucesso, de bênçãos, de esperança...e a expiração é de alívio, de calmaria e de alegria.
Respiro fundo, e expiro, e digo bem baixinho, com tom de oração: Ufa!
Lanço agradecimentos aos ventos sem parar, e torço para que esse seja apenas o começo...o começo do fim disso tudo.
Obrigada.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

E nessa novela...

...eu não quero ser teu amigo.

17 de Junho.
Sinceramente??


Foi tudo maravilhoso. Em cada detalhe.


É engraçado voltar em casa e sentir aquele perfume na minha roupa. Cheira a saudade, a nostalgia, a pequenas alegrias, a carinhos...cheira a tudo o que foi vivido um dia, e que numa tarde ressurgiu com algo a mais, cheira a uma vontade de estar junto, mas que dessa vez é diferente. É uma vontade tão gostosa...assim, sem compromissos, sem obrigações...é apenas isso, a vontade de estar junto, quando der vontade de estar junto, sem restrições.

Exagero? Não sei, interprete como quiser...mas na minha opinião foi perfeito. Foi exatamente como eu queria que fosse.

Tudo tem seu tempo...e ontem foi a melhor prova de que as coisas só acontecem na hora certa...muitas vezes preparação traz segurança, mas não resultados. Apenas espere, se tiver que ser, será.

Adorei, adorei tudo. O dia, a companhia, os acontecimentos, tudo o que foi dito e feito, adorei as pulseiras, adorei os abraços, adorei aquele beijo, aquele momento...adorei até o "vacilo" hahaha.
Gostei de tudo, e estou feliz.
Feliz, feliz, feliz.

"Liberta com certeza da volta espontânea ao aconchego!"

Beijos.

terça-feira, 7 de julho de 2009

'- E você, porque desvia o olhar?

(Porque eu tenho medo de altura. Tenho medo de cair para dentro de você. Há nos seus olhos castanhos certos desenhos que me lembram montanhas, cordilheiras vistas do alto, em miniatura. Então, eu desvio os meus olhos para amarra-los em qualquer pedra no chão e me salvar do amor. Mas, hoje, não encontraram pedra. Encontraram flor. E eu me agarrei às pétalas o mais que pude, sem sequer perceber que estava plantada num desses abismos, dentro dos seus olhos)

- Ah. Porque eu sou tímida."
Rita Apoena (sempre com sua genialidade delicada)

Não pode ser, e se for não vou admitir...não vou mesmo, pelo menos até eu ter um chão firme em baixo dos meus pés, não quero, não de novo, não do mesmo jeito, não dessa maneira de agora, não, não, não...
No final eu sei que toda essa negação é medo...medo de ao admitir a positiva me entregar, como me entreguei vezes antes, e medo de ao me entregar acabar como estou agora mais uma vez...mas no final eu sei, mesmo, que toda essa negação é apenas aquele medo de altura...e eu nunca tive medo de voar, mas agora eu percebo que morro de medo de cair.

domingo, 5 de julho de 2009

Seja o que surge e some...

...seja o que consome mais.

E a história que nem passou por nós direito ainda, pra onde é que foi?

Salve Teatro Mágico. Salve o tempo. Salve a distância. Salve tudo o que me salva.

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Beijos.