a conta.
Já não é mais como antes, naquela época que eu ainda conseguia contar nos dedos quantas vezes fui e voltei dessa estrada. Me perdi lá atrás, não sei exatamente em que ponto. O mais difícil nem é isso. Eu nem sei o que é o mais difícil disso tudo. Aliás, não sei nem se é difícil.
Gostaria de pelo menos poder justificar isso como confusão. Mas eu sei tão bem o que eu quero, que dizer isso seria me enganar. De novo.
Quero mais do que isso que tenho agora, quero ser tão feliz que meu sorriso não vai caber no meu rosto. Quero a realização e assim como Cazuza, quero a sorte de um amor tranquilo.
Preciso de um colo, e de uma mão que me de carinho.
Não sei fazer poesias perfeitas, ou escrever músicas bonitas. Meu amor é mais literatura, é mais prosa. É assim que prefiro, mais denso, sem divisões em versos e estrofes. Gosto da intensidade do parágrafo cheio de palavras cheias e da aventura da pontuação correta.
Agora, com licença. Vou ir atrás do meu F de felicidade.
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